Eyes Wide Shut pra GAP e os sweatshops no mundo inteiro

Voces deviam fazer uma pesquisa pela Folha Re: a critica sobre o filme que eu fiz quando foi lancado e o processo que levei do Cruise e da Kidman por expor algumas coisas metalinguisticas
GT

PS Gilda, nao posso ser mais claro: olhe a Ilustrada de Julho ou Agosto de 99, por ai: acho que chamava DE OLHOS BEM ABERTOS e estou proibido, por lei de comentar o caso any further!
ATENCAO TURISTADA que vem comprar nas lojas da GAP, BANANA REPUBLIC, NIKE, etc: saibam do mais recente escandalo: na India foi descoberto um sweatshop (lugar de escravos) onde meninos trabalhavam 16 horas por dias em condicoes HORRIVEIS praticamente sem pagamento e sendo PUNIDOS pra fabricar roupas pra GAP. Mas isso nao eh novidade. Em plena Manhattan, seja no GARMENT DISTRICT ou em Chinatown, nos andares la em cima, muleheres koreanas trabalham em sweatshops em condicoes semlehnates ha anos e ninguem faz nada! Em Chinatown, vira e mexe, abre-se um desses containers de emigrantes ilegais e se ve que a metade esta la, morta, pois nao tinha comida ou agua sufiiente pra que fizessem a travessia de Hong Kong. E no Brasil??????
GT


Comentario de Selena
E somente nesse caso é que as autoridades conseguem, baseadas em denuncias mais concretas que o escândalo se consuma. É como o gostar mais da noite do que do dia. Na noite a diferença é que, o que é feio fica mais feio ainda, e o que não é, fica muito melhor quando visto nela. E no dia as verdades podem ser maquiadas, dando-lhe a opção. É mais ou menos assim: já passei dos “intas” e lembro-me ainda que, quando criança não tinha a obrigação legal de usar cinto de segurança e nem era obrigada a sua existência. Num momento que não sei dizer qual foi, passou a ser obrigatória, tanto a existência quanto o uso. Daí eu pergunto, como e por que, esse dever foi legalmente oficializado? Talvez em reivindicações feitas em grande escala, e por um tempo exaustivo por parentes de vitimas fatais, e após uma longa pesquisa mundial avaliando e comparando as estatísticas, foi que se começou a prestar um pouco mais de atenção a possibilidade dessa lei ser aprovada. Mas certamente,
Selena Sartorelo

  Escrito por Gerald Thomas às 15h23 [ Comente  ]
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VIVA CRISTINA!!!! Parabens Argentina!!!!

Dados parciais da apuração indicam que a senadora peronista e primeira-dama Cristina Kirchner venceu a eleição presidencial na Argentina. Com 37,5% das urnas apuradas, ela liderava com 43,1% dos votos. Depois vinham Elisa Carió (20,5%) e Roberto Lavagna (19,4%). As pesquisas de boca-de-urna haviam apontado para 46% para Cristina e 24% para Carió.

 



  Escrito por Gerald Thomas às 12h57 [ Comente  ]
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BLOQUEADO pela Justica das bananas!!!!!

BLOQUEADO
.
New York (USA) - Tento tirar dinheiro do meu cartão de crédito brasileiro aqui, numa dessas máquinas ATM. Aparece, então, em letras garrafais: BLOCKED! NO FUNDS AVAILABLE!

“Caramba, o que pode ser isso?”, pensei “Será que matei alguém? Será que a teoria da conspiração da coluna da semana passada colocou os governos contra mim? Será que é um ser humano específico que me persegue?”

Sai do banco cabisbaixo, meio encabulado e… sem um tostão no bolso.

Voltei. Tentei um outro cartão. Funcionou. Êpa! Então a questão era somente com o banco brasileiro. Comecei a vasculhar o meu passado e minha consciência, tarefa nada fácil, pois ambos pesam mais do que cinco lutadores de sumo juntos.

Liguei pro banco brasileiro. “Ordem Judicial”, me disseram. Pensei cá com meus botões, que já nao me pertencem (fui perdendo cada um deles pela vida afora). “Ordem judicial, ordem judicial.. . mas que bosta é essa de ordem judicial? “

Tornei a ligar pro banco. - Alguém ai pode me dizer de onde veio essa tal ordem judicial? Tempos e mais tempos na linha (o skype é maravilhoso porque só consome centavos e não dólares, enquanto se ouve aquela musiquinha insuportável), até que me veio um insight: ah…um hotelzinho de merda, sem água quente e sem papel higiênico no sul, bem sul do Brasil, acabou vencendo uma ação, antiga, antiquérrima e os meus “supostos” advogados sequer me informaram disso. Eu havia sido processado por ter chamado o tal hotel de merda de….”merda”.

Pois bem. Conseguiram fisgar uma quantia mínima da minha conta, já que o juízo final, ou seja, a quantia determinada era o quintuplo do que havia na conta. Que loucura como isso funciona invasivamente no Brasil. Mais kafkianamente não existe. Eles vêm, no melhor sentido de “O Processo”, de Joseph K, e tiram tudo seu (se eu tivesse mais dinheiro na conta, eu teria dançado em mais) e vupt. Tchau.

Aqui, as coisas são assim: você recebe uma carta do US Marshall. “we are about to confiscate your bank account and other…” E por aí vai. A cada carta, as letras em vermelho vão crescendo e crescendo e crescendo até que um dia, você berra, urra, e entrega tudo ou joga tudo na lata do lixo (o que eu fazia, num caso antigo, onde eu devia 6 U$ em multas de trânsito - ao Parking Violations Bureau - nada muito sério: é que eu não retirava o carro às 8 da manhã, para que a máquina de lavar a rua passasse). Enfim, quero dizer é que aqui se tem essa opção: voce é intimidado sim, mas tem a escolha (falo, claro, no caso de uma “Small Claims Court”) de se render a eles ou simplesmente ir rasgando tudo na esperança de que um dia “desapareça” do sistema. Sim, desaparecer do sistema, isso de fato pode acontecer, depois de alguns anos, quando eles se cansam de você. “They have bigger fish to fry” (eles tem peixes maiores para fritar), me dizia uma juíza amiga, anos depois, me explicando que, só os carros diplomáticos e os caminhões que estacionam em fila dupla nas ruas de Manhattan, acumulam, em media, 150 mil dólares por mês, cada um, em multas.

Quem toma conta do tesouro brasileiro? Estou nas ultimas páginas da Era da Turbulência, o tijolo de Alan Greenspan que encabeçou por vinte anos o Federal Reserve. Não tenho como não me apaixonar pelo livro, apesar dele (Green-span, o alastrar do verde, nome bem apropriado para quem cuidava do dollar) se confessar um republicano. Mas a pergunta é: quem cuida do “Banco Central”? Sei que existe um nome por trás. Mas e a justiça? Ela tem esse direito de vir realmente atrás do cidadão e “bloqueá-lo” assim, quase uma década depois, por causa da livre expressão?

A sociedade é mesmo um sistema de semi monopólios notoriamente estúpidos eleitos por um bando de ignorantes, enganados por uma mídia e meios de comunicação fraudulentos e falsos!
Gerald Thomas
diretodaredacao.com

Tales: nao eh o Hotel Gloria de jeito nenhum! Nao posso repetir o nome do hotel de Merda senao levo outro processo e comeca tudo de novo!

  Escrito por Gerald Thomas às 23h05 [ Comente  ]
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2001, a Space Odissey eh de....

Arthur C. Clarke.......
morador em Sri Lanka antigo Ceilao.
Trabalho "avidamente" com o Stanley Kubrick no roteiro do filme aqui numa suite do Chelsea Hotel (na mesma rua 23 onde moro). A cena do osso se transformando em nave espacial eh uma das cenas mais "teatrais" da historia do cinema comparavel ao des-cinema de Felini em "la Nave Va" quando ele revela o mar de plastico e o cenario movel em que tudo era gravado/filmado ou o "Blow Up" de Antonioni em que os graos na tela do pintor (marido de Vanessa Redgrave) se assemelham aos gotas de sangue deixadas depois do assassinato no parque, e descoberto pelo aumento das fotos de David (Bailey) Hemingway, os graos estourados quando se "puxa" um filme de 400 asas pra 1600......Modernismo? Modernidade? Oswald de Andrade estaria rindo de nos aqui!
Gerald

Carlos: Voce, no seu comentario (aqui, na tripa que acabou de entrar) menciona Oedipus Rex de Pasolini: o Julian Beck fez parte desse filme. Eu dirigi o Julian em sua unica e ultima aparicao no teatro (fora do seu Living theater) em 85 em "That Time" de Beckett. Morreu no meio da temporada pois estava com cancer no corpo inteiro. Quer que eu te torture mais? Bunuel, Coppola em seus melhores dias (Appocalipse now) Godard, La Truffa, como eh chamado o alter ego de Jean Pierre Leaud.....Chabrol...,mas ai ja estamos descendo de nivel e.....Death in Venice um dos melhores - talvez a melhor adaptacao de Thomas Mann de Visconti....Ou Providence (nao sei se eh de Malle ou do outro la, o ex marido da Sarandon) o mesmo que fez adaptou o livro do.....ih...o Last Year in Marienbad...me ajuda....
GT


  Escrito por Gerald Thomas às 22h17 [ Comente  ]
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modernismos, eternidade, rompimento com o passado: Carlos novamente

Carlos] [Brasil]
Para evitar mal-entendidos desnecessários, quero dizer que respeito e muito a filosofia e meu comentário referiu-se ao que acho ser um anacronismo. Só não chegamos mais rápido onde estamos por causa de grandes perdas humanas (peste negra) que dilaceraram a Europa no passado. Ou talvez isso foi o que impulsionou tudo, inclusive o Iluminismo de alguns séculos depois. Uma pergunta que não muda nada, mas quando começou a Idade Contemporânea?? Existe algo formulado sobre isso? Foi com o fim da Segunda Guerra, com a criação do computador pessoal, com a destruição do WTC ou com a queda da parceria MSI-Corinthians??

PS do Gerald: Muitos dizem que o (chamado) modernismo comecou com Descartes. Mas Stephen Toulmin, em Cosmopolis, prova (se eh que existe isso) que comecou mesmo, com Goethe, que eh quando o homem quer se perpetuar, se eternizar, vender sua alma pra ficar "aqui" pra sempre. Rompe com o passado, mata tudo o que ja foi, destroi todo o passado (no regards for the past) , predios, casas, jardins.. Na mesma Weimar de Goethe se deu o "evento" Bauhaus, seculo XX: Gropius, etc.

Controversias:
Tales escreve:
Gerald, vou dar minha opinião de historiador. A Idade Contemporânea, a rigor, academica e cientificamente falando, começa com as Revoluções Francesa e Industrial. Agora, sobre o modernismo, não saberia dizer, mas será que existe só um? Se não me engano, o Modernismo começa na virada do XIX pro XX. Pelo menos na literatura, com Joyce e Proust. Nas artes plásticas, Van Gogh, Monet, Cézanne. Há controvérsias, isso eu garanto.

GT: Tales, O Duchamp, Malevich, Maiakovski,Freud, Scchitzler, Egon Schielle,Max Beckman, Otto Dix,Arnold Schoenberg, Mahler, Busoni, Gertrude Stein, Jolas, Proust, Joyce, Beckett, sao RESULTADO do modernismo que comecou la atras: esses ja sao os chamados "modernos". Sim, sem duvidas, ha controversias.

resposta (editada) do Contrera pro Carlos (o resto esta na tripinha dos comments)
não, Carlos, as mensagens não estão mal encadeadas. eu simplesmente escrevo tudo de uma vez e depois encaixo no espaço disponível para os comentários. por que sai tudo assim? porque eu funciono assim, sempre. mas engraçado tudo isso (e a forma pela qual) que você diz. a questão do Hegel não é bem se ele falou exatamente isso: mas que falou que a idéia de um Estado de Estados é fadada realmente ao fracasso em virtude das histórias e alianças simplesmente necessárias para CONSTRUIR os Estados-nação.
Contrera

  Escrito por Gerald Thomas às 14h50 [ Comente  ]
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comentario do Carlos CONTRA tudo isso

                         
 
Orson Welles : "Cidadão Kane"         Atentado às Torres Gêmeas : Efeitos especiais bem elaborados ?
 
 
Tudo bem, faço o papel do vilão novamente, sem problemas: essa história de conspiração, que nos EUA tem o grupo chamado the 9/11 TRUTHERS, é de fato um excelente conto da carochinha, como deveria ser mesmo. O curiosíssimo é como pegamos frases de coronéis como se eles de fato soubessem o que estão falando. Oras, por favor, se soubessem o que falam e fazem a invasão ao Iraque não teria se tornado um segundo Vietnam, entre outras centenas de absurdidades militares. Mas no contexto do WTC e Pentágono e Al Qaeda, se o coronel falou que é ficção, então é ficção. Dois aviões gigantescos carregados de combustível causariam estragos que nem o expert dos experts em construção, em aço, em ferro, em concreto, em tijolo, em vidro, em combustível, poderia prever. Dizer que as vigas pareciam que foram pré-cortadas é uma viagem de cogumelo. Aliás, cadê as provas de tudo isso que está sendo falado? Os democratas já foram incompetentes demais. É bom esse povo concentrar em fatos e parar com essa...."jerking off" senão as consequências vão ser mais uma década de conservadores dando pauladas na cabeça de todo mundo. Curiosíssimo também é fazer associações com numerologia, astrologia, astrofísica, geografia, psicologia, macumba, boitatá, mula-sem-cabeça, saci-pererê, e então dizer que tudo se encaixa e os atentados foram coisa do governo americano. Vejam o que Richard Clarke diz a respeito disso tudo, é só dar um "googada" ou "youtubada", mesmo porque agora ele já saiu de cena, mas ainda aparece em alguns programas. Curiosíssissimo essa de que "muitos usuários do local foram avisados que não deveriam ir trabalhar". Oras, então porque ainda não indagaram essas pessoas pra descobrir o que tinham em comum? O que???Quem disse isso foi "a filha da vizinha da cunhada"?? Entendi, a mesma que semana passada chorava na frente da TV ao ver a Britney Spears, é isso? Por favor, se é pra alucinar, vamos aos cogumelos. 2008 está aí e os Democratas estão há MILHAS de ver dias melhores.


Carlos

dissonancias:
Acredito nessa conspiração. É a própria historia da politica americana que me faz desconfiar disso tudo; intervençoes em paises soberanos para defender interesses inconfessaveis, apoio a inumeras ditaduras e promocão da guerra e outras desgraças no resto do globo! E tudo sempre em nome do... DINHEIRO! Das corporaçoes... Esse pessoal tomou os EUA de refém, e penso que seriam capazes de planejar e executar um plano assim. Em nome mais uma vez, do poder e do dinheiro.
Joana

PS do Gerald: Ontem a noite, sentado aqui perto num diner grego, o Cosmos, com amigos, "dissecamos" as possibilidades. Metade estava com o Carlos. A outra metade em duvida, O problema eh que ainda estamos em duvida sobre a "bala boomerang" que teria matado JFK por exemplo. Ate hoje, oficialmente, somente Lee Harvey Oswald foi achado culpado, mas logo depois assassinado ainda ai sair de uma delegacia pelo Ruby..... Como pode uma unica bala (olha que piada) entrar por tras (nuca) dar a volta, e entrar de novo pela frente e voltar pra penetrar a area perto do coracao???? Os EUA vivem com essa versao ate hoje, e la se vao 44 anos ou algo assim. Ou seja, no que diz respeito ao Pentagono, DE FATO NAO EXISTEM testemunhas OCULARES e nao existe um unico video!!!!! e o buraco eh muito mal feito e, sim, titaneum nao derrete dessa forma, porque os Discoveries da vida, penetram num calor intenso quando voltam do espaco (junto com a fricao) e = mesmo protegidos por tijolos de ceramica - a nave continua intacta. Eh bom lembrar que o "suposto aviao que atingiu o Pentagono, atingiu uma ala que estava justamente sob reformas" e, portanto, coberta por filo, por panos. Como disse um amigo ontem: "nao eh um pouco obvio que aquela protecao toda poderia servir pra drill that hole, ou seja, fazer aquele buraco (alias muito mal feito)? No mais, so restam duvidas e silencios (daqueles que morreram e morrem todos os dias.
Gerald

do Mau
Ainda tô na questão - Did the man walk on the moon??? ;-P
Mau
PS: Olha querido, segundo Walter Cronkite e o resto da humanidade sim, mas se vc pegasse o Stanley Kubrik ainda vivo ele te responderia, "of course not! That stuff was all shot in a cheap studio"
GT

ATENCAO LEITORES: TEM UNS COMENTARIOS O T I M O S DO CARLOS (clicando comments), NAO DEIXEM DE LER !!!! GT
 
Comentário do Sérgio Penteado :
 
Não sei se eu estou errado, mas parece que essa história toda resume-se a versões de "céticos" versus "adeptos" de teorias de conspiração. As teses aqui descritas, descontando-se erros de português e exageros, além de merecerem prêmios por sua imaginação, também merecem rigorosa análise científica e histórica. História, ideologia, convicções morais chocam-se com fatos ? Como disse Carlos, uma fantasia sem base em montanhas de evidências, ou, como quando a Gilda aponta para absurdos do tipo "as vigas do World Trade Center foram serradas para insinuar um atentado?". Os americanos sempre foram craques em filmagens e efeitos especiais. Orson Welles, quando filmou "Cidadão Kane", foi capaz de, depois de encher o saco dos atores com centenas de tomadas, inovar no cinema, dizer para os operários do estúdio quebrarem a picareta o chão do estúdio só para, num capricho, fazer um ângulo de cãmera que ninguém tentou e ser imitado "ad infiniutm". Estamos nos repetindo nesse papo ?


  Escrito por Gerald Thomas às 23h06 [ Comente  ]
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www.zeitgeistmovie.com eh ESTARRECEDOR (se vc acreditar, eh claro!)

“Guerra entre Deuses”

NY – “No final, resolvi cair fora, quando ouvi o Bush pai falar que, em alguns anos alguns predios em NY seriam explodidos e isso nos daria a liberdade de entrar no Oriente medio e remodelar tudo”. As palavras sao “chilling”, arrepiantes, e vem de um dos integrantes de uma das familias mais poderosas do mundo, a de um Rockefeller. Os Rockefeller, lavavam o dinheiro do Terceiro Reich enquanto vendiam armas pra destruir o Terceiro Reich. Mas nao eh esse o proposito desse artigo e sim apontar um site ja idoso mas mesmo assim pertinente sobre os deuses do poder e do dinheiro: www.zeitgeistmovie.com.

Nele vemos – talvez ate com certa cautela – fisicos e arquitetos, bombeiros e ativistas politicos e membros do Congresso Americano depondo sobre o que foi e o que NAO foi o ataque de 11 de setembro ao World Trade Center e ao Pentagono.

E o que vemos eh simplesmente, como ja escrevi antes, arrepiante: com imagens que congelam e fazem um “zoom in” nas imagens, os documentaristas tentam provar que o WTC foi, de fato dinamitado. Ou seja, o que eu vi – naquela data maldita, foi iniciado por dois avioes que se atiraram para cima dos predios, sem duvida. Mas, o filme questiona inclusive se foram de fato arabes os seus pilotos, ja que seus passaportes foram encontrados “intactos” no meio das ruinas de Ground Zero, onde nada, absolutamente nada, permaneceu intacto. Plantado la? Possivelmente.

Quando a comissao parlamentar connhecida como a 9/11 Commission revelou os seus pareceres, num livro que esta a venda, grande parte do que realmente se discutiu ali permanence inaccessivel como “classified” material, assim como permanecem “classified” documentos relativos a Guerra do Vietnam ou ao assassinato de John F Kennedy.

O Filme comeca tracando um paralelo entre a biblia e o Zodiaco, os mitos como Dionisio, Horus, Krishna e Jesus, que tem todos em comum a ressureicao. E algo numerologico (vejam o filme e concluam por si so) e a data 25 de Dezembro e o “solstice” do inverno onde o sol se poe mais cedo e forma uma especie de Cruz com a constelacao as Tres Marias. Enfim, depois de uma longa explicacao antropomorfica sobre a personificacao de mito em homem, ou vice versa, o numero 12 aparece, por causa das 12 constelacoes, 12 discipulos, 12 meses num ano, etc, por causa do Zodiaco e o “homem em batalha, 12 regimentos”: o universo em caos, e assim por diante,

Dai vemos imagens de Guerra, ou melhor, imagens de Mi lay do Iraque hoje, do pre planejamento de como e porque nao seria possivel um aviao ter entrado no Pentagono em 11 de setembro sem ter deixado um unico vestigio (quem fala agora sao professores e fisicos das melhores instituicoes americanas).

“Eu nao sei o Deus eh. Mas certamente sei o que ele nao eh! Os – assim chamados religiosos nao dao um tostao furado por voce, so querem teu dinheiro. O Poder e teu dinheiro. Sempre foi assim. E desde que o tempo eh tempo, inventou-se que Moises trouxe la de cima (do monte Sinai) uns dez mandamentos do que podemos e nao podemos fazer, e inventou-se um INFERNO onde QUEIMAREMOS se nao obedecermos, e queimaremos len-ta-mente….Ah, mas nao se esquecam: Deus vos ama! E PRECISA do TEU DINHEIRO!!!!! (risos)”

Acabamos de ouvir a voz de um dos mais irreverentes comediantes americanos, ja banido por diversos networks, ja preso (imaginem!) ja tudo. Seu nome: George Karlin.

Outro George, o George Tenet, na epoca na chefia da CIA bancava o inocente util: desde entao lancou um livro que mais ou menos anda na linha desse filme. Tenet tentava avisar a essa administracao que ALGO de muitissimo grave estava por acontecer. Mas ninguem lhe dava ouvidos.

“Ouvi uma explosao vinda de baixo de mim. Eu estava no andar terreo, tentando subir pra ver se haviam vitimas”, fala pra camara um bombeiro de NY,que sobreviveu ao 11 de setembro. “Uma explosao que parecia vir do basement (porao) do World Trade Center Sul”.

E ainda tem o World Trade Center 7, que nao foi abatido por nenhum aviao e que simplesmente dinamitado mesmo, implodido, como se diz. Isso ate hoje nao tem explicacao e , apesar de uma forte campanha que um milionario colocou no ar, e os DVDs que ele distribuiu por ai, a coisa morreu depois de um certo tempo. Mas agora a coisa ressurge nesse incrivel documentario de deixar o Michael Moore de sandalias havianas na beira da privada!

Depois de mais de uma horas de provas e mais provas de que, realmente nao foi o impacto dos avioes que derrubaram as duas torres, mas sim uma combinacao de explosoes, agora sim, mais do que uma teoria da conspiracao (confira voce mesmo), assistimos ainda arrepiados a um discurso de Hitler em Marienplatz (a praca principal de Munique) em que se fala contra os comunistas e o inimigo em comum, e , pasmem, o “axis of evil” o “eixo do mal”, discurso ipsis literis adotado por Mr George W Bush.

Um expert em demolicoes de predios, ao examinar as vigas metalicas cortadas em diagonal deixadas no “rubble” (ruinas) do WTC ( termo tecnico pra isso eh “molden metal a unica forma de se cortar metal numa demolicao), percebeu que mais da metade das vigas haviam sido pre-serradas: “nao tenho mais nada a dizer, estou chocado! Isso eh demolicao controlada.”

O filme tenta provar que a operacao 11 de setembro nao passa de um truque do proprio governo, aliado a circunstancias ja existentes e adversas, como as do Al Qaeda. Oportunizaram a oportunidade para embarcar numa falsa operacao intencionada unicamente para endossar uma nova doutrina (dai a explicacao religiosa no inicio do filme, o evangelismo) e ideological pra esses “wardogs” (cachorros de briga).

Fala de novo o Rockefeller: “esse Bin Laden que vc na maioria dos tapes nao eh nem de longe o verdadeiro Bin Laden. E nao pegarao o cara nunca, Por isso mudam o foco do inimigo sempre. Agora eh a vez do Iran. Atraves da midia, se voce contra uma estoria tres, quatro, cinco vezes, ela acaba se tornando uma verdade. Eh isso que Hitler fez. Eh hora do povo Americano acordar de uma vez por todas e retomar os seus direitos constitucionais. O que esta no poder nada tem a ver com isso. Pra eles eh vantajoso que no Iraque continue o caos. Quanto mais caos naquela regiao do mundo, , melhor, apesar do discurso deles sempre ser o contrario. Quanto mais poder, mais dominio sobre o caos. Eh so ler a biblia. Esta tudo la.” Finaliza um dos filhos do banqueiro mais poderoso do mundo.

Nao tenho mais nada a comentar.
Gerald Thomas

o Carlos comenta
[Carlos] [Brasil]
Caso o pessoal resolva procurar na web - porque no BR ninguém nunca ouviu falar dele: George Carlin, com C. Um fantástico ácido comediante-crítico do qual sou fã. "Life is Worth Losing": um de seus shows clássicos (recentes) curiosamente patrocinado pela HBO...acontece de vez em quando.

outro comentario ESTARRECEDOR (da SUICA)
Havendo recebido e lido com atenção seu texto de 22.10.07 no \"Direto da
Redação\" ouso fazer alguns comentários que reforçam o valor editorialdo
mesmo.
Visto que trabalhei na Caritas Suiça em Lucerna e Internationalis em
Roma/Vaticano entre 1985 e 2003, estando numa reunião das Américas em
Baltimore (USA), lí com atenção o editorial de um jornal local, atribuído a
um coronell do Exército norte-americano. Dizia que \"o Comunismo já não era
mais uma ameaça para o mundo\", e que \"a grande ameaça do futuro é agora o
Terrorismo\". Para isso criou-se uma doutrina mitológica a respeito de uma
pessoa carismática (Bin Laden) e de uma organização fictícia \"Al Qaeda\".
Dizia mais: que cerca de 180 agentes secretos de Israel (MOSAD) agiam nos
USA para organizar \"uma operação de choque sem precedentes\". O avião da
TWA que havia sido alvejado por mísseis aéreos próximo à Nova York, fazia
parte do treinamento para esse plano.
O número de pessoas que trabalhavam e/ou circulavam nas torres do World
Trade Center em NY cada dia estava entre 20 mil e cerca de 30 mil ... Como
explicar que sòmente uns 2.500 foram mortos ? No dia anterior, muitos
usuários do local foram avisados que não deveriam ir trabalhar (a filha da
vizinha da minha cunhada em Lausanne /CH foi assim informada ... e houve
volumosas operações de resseguros na véspera do incidente.
Ainda mais: nenhum avião caiu no Pentágono naqueles dias. Havia obras em
curso de parte dos edifícios e nada mais...notícia falsificada!
Alguns dos pilotos que foram logo detidos trabalhavam em línhas aéreas do
Médio Oriente (ex. Marrocos) e nada tinham a ver com a destruição das
torres. Estas foram, de fato, implodidas e dinamitadas desde o sub-solo ! O
único avião que foi autorizado a voar no espaço norte-americano saiu do
Texas com parte da família Bin Laden, amiga dos Bush. Em um Hospital de Doah
o Bin Laden foi mais tarde atendido por um médico dos USA e uma vez
recuperado obteve alta - por que razão, se era e continua sendo tão perigoso
? A verdadeira história deste incidente ainda está por ser escrita e conhecida
de todos nós.
Cleber Ferrer


  Escrito por Gerald Thomas às 21h10 [ Comente  ]
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Adeus a Paulo Autran - Ilustrada de segunda, 15 de Outubro, Folha de S Paulo

São Paulo, segunda-feira, 15 de outubro de 2007



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Artigo


Paulo Autran dominou os truques dos mestres
Ator falava como Laurence Olivier e fisgava o público com seu olhar
GERALD THOMAS
ESPECIAL PARA A FOLHA

Chego do velório e percebo que Paulo Autran morreu no Dia da Criança. Não poderia ter escolhido dia melhor. Talvez seja por isso que esse "ator/símbolo de si mesmo" tenha escolhido um dia como esse e tenha deixado sua mulher, Karin Rodrigues, com um sorriso lindo estampado na cara.
Num momento relaxado, indo buscar sua Karin na peça "O Médico e o Monstro" (há mais de dez anos), ele, Ney Latorraca e eu só falávamos cretinices.
Sugeri que fôssemos visitar Haroldo de Campos, que morava a três quarteirões do Tuca, e Paulo brincou: "Mas eu tenho que me vestir de "concreto"? Símbolos?
Há um mês e meio, ele estava sentado na minha platéia no Sesc Anchieta, numa quarta-feira, justamente duas semanas depois que ele mesmo havia sido "tombado" enquanto vivo, o que é raríssimo.
Sim, o visionário Danilo Santos de Miranda resolveu transformar o teatro do Sesc Pinheiros em teatro Paulo Autran. E o próprio Paulo pediu que fosse o grandíssimo Marco Nanini quem fizesse as cerimônias da ocasião. Assim como no filme "Quero Ser John Malkovich", agora, finalmente, podia se "estar dentro" de Paulo Autran pagando ingresso. Ele riu disso entre um trago e outro (maldito cigarro!) enquanto discutíamos algo sobre o Terceiro Reich.
"Estar dentro", dizia Paulo, "tem muitas conotações". E ríamos... O espetáculo que acabara de ver era o meu "Rainha Mentira" e lidava com campos de concentração, mas o sempre bem-humorado intérprete (diferente de ator que representa) estava se referindo a coisas mais leves, obviamente.
Sempre estive ao lado desse homem, e sempre "combinamos algo pra daqui a um ano" mas nunca compartilhamos o palco. Curioso. Fomos até chamados de "elitistas" pelo atual ministro da Cultura.
O restaurante Piselli era o nosso cruzamento acidental mais freqüente em Sampa e lá falávamos de tudo, assim como fazíamos ao longo desses 23 anos, desde a casa de Tonia Carrero, quando eu a dirigia (junto com Sergio Britto, em "Quartett", de Heiner Mueller), em sua própria minimansão, onde Paulo e Karin se hospedavam, no Rio.

Ator erudito
Ele era um ator e não um representador. Era um intérprete, alguém que vive em todas as épocas, especialmente no futuro e vê tudo no passado. Paulo é, ainda no presente, um educador, um erudito como poucos nesta classe teatral. Ao contrário de tantos que andam por aí, com ele as conversas podiam perambular entre as razões da Primeira e da Segunda Guerra Mundial, os filósofos gregos, a queda do Império Romano, a divisão da China pós-Revolução Cultural de Mao...
E seu registro de voz era estranhíssimo. Fora da língua portuguesa, digo, brasileira. Ele falava exatamente no mesmo registro ("pitch") que Laurence Olivier. E, assim como uma criança, tinha a curiosidade de olhar para o céu e observar estrelas. Mas no teatro transformava as estrelas em refletores e nos devolvia a luz de uma lâmpada que batia em sua pupila e nos fisgava, não importa em que ponto ou fundura do palco ele se encontrava. Truques de grandes mestres, já que carisma não se explica.
Ele olhava a imensidão do universo com a mesma intensidade que o urdimento do teatro. Essa vivência é muito difícil de explicar. Mas Paulo será muito difícil de explicar porque, mesmo enfermo, ele não parava de ir ao teatro, de querer enxergar novos talentos, de querer estar no palco por eles, ou melhor, através deles.
O ator morre todos os dias, no momento em que se veste de personagem. Morre de novo quando o personagem morre ou quando a cortina fecha ou quando o público o aplaude ou na solidão do seu camarim.
Quem morreu na última sexta foi uma grandiosa criança chamada Paulo Autran, cujo legado não nos deixará nunca.
Quem sabe ele está estudando um novo método qualquer pra poder nos surpreender novamente. Vai com Deus, meu querido. Fique em paz!

GERALD THOMAS é autor e diretor de teatro
 
 
comentario
Lindo texto, chorei. Sabe o que é triste Gerald? é que o Paulo Autran, em 2006, falava de um totalitarismo no Brasil,que imperava no Ministério da Cultura. Quando olho o site do MINC e os jornais do Brasil e percebo que o Ministro Cantante não se pronunciou, não emitiu nenhuma nota de pesar, eu penso: O ator Paulo Autran tinha plena razão e eis o ministro a camuflar a morte de um grande homem com o despreso, tornando-o invisivel. No Brasil, o brasão é a utopia.
Alexandre Vargas


  Escrito por Gerald Thomas às 02h45 [ Comente  ]
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Mônica Bergamo

Marlene Bergamo/Folha Imagem

Gerald Thomas na praça Roosevelt, pouco antes do espetáculo "A Breve Interrupção"

SATYRIANAS

"Brasileiro adora esmola"

"É o mínimo, cara! O microfone é o mí-ni-mo! Não tô pedindo nada demais!", gritava o diretor Gerald Thomas, anteontem, na praça Roosevelt, minutos antes de apresentar "A Breve Interrupção". O espetáculo, num palco montado dentro de uma tenda com 160 "poltronas" de plástico, abriu o projeto Satyrianas, série com 78 peças gratuitas em SP (só na quinta, depois de Gerald, outros 39 espetáculos foram apresentados até as 5h da manhã de sexta). "Eu levei 30 anos pra ser amador", dizia Thomas, que mora em Nova York e acaba de se apresentar em Córdoba, na Argentina. Enquanto esperava microfones mais altos para a peça, conversou com a coluna:

 

FOLHA - Pode falar agora?
GERALD THOMAS - Já tô falando.

FOLHA - As Satyrianas não têm patrocínio, não recorrem a leis de incentivos fiscais, o público vê as peças de graça. É uma forma de "protesto" e de criar algo alternativo às mega produções e ingressos caros?
GERALD THOMAS
- Eu não entendo de lei. Entendo de ditadura. E isso está virando uma ditadura xenofóbica e ideológica. Se você pensa como eles, está dentro. Se não, fora.

FOLHA - É um problema só do governo atual ou do modelo de financiamento?
THOMAS
- Olha, eu não sei quem "tá" errado. Você acha que eu vou me meter nessa coisa de partido? A questão é que tem que ter revolução. Na Argentina, por exemplo, o povo é bem mais revolucionário. Aqui, o povo aceita... é... como é o nome disso? [pede ajuda a um membro da produção da peça] É... Bolsa Família! Isso! Esmola! Brasileiro adora esmola.

 

Do lado de fora da tenda, uma moradora de rua, cheirando cola, começa a gritar: "Ahhhhh!" E Thomas: "Será que a briga é por convite? Ou eles pensam que a fila é pra distribuir Bolsa Família? Não! Deve ser o José Dirceu e o [cineasta Luiz Carlos] Barreto correndo!"

 

Às 18h15, Thomas sobe ao palco com microfone -não o que gostaria, porque a produção não conseguiu alugar outro-, começa a discursar e... tropeça numa xícara, o único elemento do cenário. "Isso é merda pra gente", diz. "E eu vou revelar quem tá botando grana aqui. Qual é mesmo a companhia de telefone que está botando grana aqui? Alguém sabe?" A platéia cai na risada e aplaude. "Esse aplauso tá uma merda!" Em seguida, a peça começa: dois críticos de teatro (Alberto Guzik, hoje ator e diretor, e Sérgio Salvia Coelho, da Folha) são amarrados no palco. "Todo crítico merece ser amarrado. Eu sempre quis fazer isso", diz Thomas.



  Escrito por Gerald Thomas às 12h24 [ Comente  ]
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Paulo Autran, antes de tudo, um mestre.

Gerald está dentro de um avião. Me ligou. Eu já sabia. O assunto era esse. Paulo Autran.
 
Um motivo a menos para lembrar "o que poderia ter sido". Existem homens que representam isso, enquanto ânima. Eu sempre vi Paulo Autran assim. Alguém à espera de um futuro, de um futuro promissor para o pensamento brasileiro. Mais que ator, mais que pensador, Paulo Autran foi um ser humano coeso. É uma pena que algumas pessoas não possam ficar mais tempo entre a gente.
  
 
 
Em entrevista a Gerald Thomas, Paulo Autran fala da vida, da vontade de continuar encenando, relembra o início, o teatro, um tempo em que os homens, parece, tinham um certo alinho no olhar. Tempo de gente mais decente. Pode ser só uma impressão, mas homens como esse, depois da segunda guerra, são raros.
 
Paulo Autran carregava nesses olhos uma dignidade fora do comum.
 
Confira o bate papo, clicando no link abaixo.
 
Paulo Autran
     28/09/2001
 
 
Vais. Com a delicadeza com que falavas,
para esse lugar aí. O que ninguém sabe o que é.
Mas deve ser o correto.
Por ser o único.


  Escrito por Ana Peluso às 20h53 [ Comente  ]
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2 judeus e 1 cristão na frente da merda que fizeram!

Acabei de assistir “A Breve Interrupção”, no Satyrianas, mais um surto unplugged de Gerald Thomas! Texto hilário e cortante que segue a linha “meta-personalidade” com os críticos Sérgio Salvia Coelho (Folha) e Alberto Guzik (que nos últimos anos faz mais o tipo “Homem de Teatro”! E nos prova que podemos sempre reinventar nossa carreira).
O que se vê na tenda de circo, que abriga a série “Drama Mix” do evento, é um pequeno tablado com três microfones, três marcas de fita crepe simbolizando duas estrelas de David e uma Cruz (na frente de cada microfone) e no centro uma caneca com um... cocô.

Logo após a apresentação oficial de Gerald ("- eu esperei 30 anos para virar amador"! Hauhauhaha), os críticos são empurrados para cena, amarrados, colocados de joelho de frente para o microfone e inertes nesta posição, quase que becktiana, são inquiridos por um ator-alter-ego-do-Gerald, Edson Montenegro (claro que negro!) que antes de começar o 'julgamento' põe uma kipá na cabeça e tentar acender um cigarro Gitanes!

O que se ouve em seguida é uma série de acusações, depoimentos e auto-crítica que estamos acostumados a ouvir do próprio Gerald, seja no seu maravilhoso Blog, ou em peças recentes. Mas ouví-las da boca de um crítico as tornam muito mais saborosas! E que surpresa ver a 'atuação' de Sergio Coelho que como crítico mostra-se um ótimo ator (sorry, não resisti!).

Num dos melhores momentos da “tortura” dos críticos um outro ator (Pancho Capeletti), inquirindo Sergio, aponta para o Guzik e solta:
-“Tá vendo ele? Ele é mais velho que você 20 anos! E ele era de uma época em que a crítica era Crítica!”
E a cara do Guzik, com um sorriso de satisfação pelo seu legado, é impagável e só que viu, viu!

Ou no momento em que o Sergio provoca Guzik perguntando quantas vidas ele tinha destruído, matado mesmo! Hahahahaha
Isto quando o próprio Sergio não estava em surto recebendo o karma do presidente do Irã Ahmadinejad! Repetindo sempre: Ahmadinejad! Ahmadinejad! Hahahahaha

Valeu o dia! Parecia tudo meio surreal saindo daquela tenda no meio daquela praça em pré-reforma, tudo ganhava ares de um grande bunker e quem saia da prisão era nós, artistas!
Gracias señor Gerald!

Te amo.

Caetano Vilela



  Escrito por Gerald Thomas às 13h19 [ Comente  ]
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Noticias del cordoba

entrevista con el ingles gerald thomas, sobre sus polemicas puestas

“Yo soy mis propias influencias”

El director, residente en Brasil, exhibe en el Festival Internacional del Mercosur sus obras Terra em transito y Rainha mentira Queen Liar, en las que explora un lenguaje personal, alejado de las estructuras tradicionales, cercano “al maximalismo verborrágico de Heiner Müller”.

Thomas explora un teatro verdad que se nutre de sus vivencias personales.

Por Cecilia Hopkins
desde Cordoba

La concurrencia masiva a los espectáculos programados en el marco del Festival Internacional de Teatro Mercosur –evento que comenzó el viernes 28 y que termina mañana– está en estos días sorprendiendo hasta a sus propios organizadores. Tras la apertura multitudinaria realizada en el paseo del Buen Pastor –un predio céntrico que concentra una plaza, una fuente con aguas danzantes y una sala teatral en una iglesia desafectada, parte de la removida cárcel de mujeres que allí existía–, todas las obras fueron objeto de buena crítica en los medios locales. Tal vez, los más elogiados fueron Neva, por el Teatro en el Blanco, de Chile, Carrocerías –un espectáculo callejero que mostró cómo un accidente automovilístico puede convertirse en una comedia musical y un show mediático– y las obras del actor y director mendocino-ecuatoriano Arístides Vargas La razón blindada y Nuestra señora de las nubes. Además de la muestra internacional, el festival incluye tanto puestas con elencos oficiales (La ópera de tres centavos, de Bertolt Brecht fue puesta por el elenco de la Comedia Cordobesa, conducida por el hindú Kamaluddin Nilu, una inusual propuesta de intercambio propiciada por el Instituto Goethe), como espectáculos de grupos locales, entre los que se destaca un ciclo de obras –tres nuevas y una reposición– del grupo La Cochera que dirige Paco Giménez.

Del panorama internacional, se destaca la presencia de Gerald Thomas, director de origen inglés que vivió durante mucho tiempo en Brasil, que participa en el festival representando a ese país, junto a un elenco de actores de diversa procedencia: “Soy un outsider –precisó en rueda de prensa–, vivo entre Nueva York y Londres, pero me siento un extranjero en todas partes”. Como era de esperar, en su tercera visita a Córdoba también se refirió a su particular estilo de teatro. “No me interesa poner en escena una obra de tipo aristotélico –es decir, que tenga comienzo, nudo y un desenlace– porque me parece que en el siglo XXI eso no tiene ningún sentido.” Presente en la programación con dos obras –Terra em transito y Rainha mentira Queen Liar–, Thomas afirma que adhiere a un discurso teatral simultáneo: “Hoy toda la información llega a todas partes al mismo tiempo, vía celular, TV o Internet... ¿cómo se puede hacer un teatro que tenga un desarrollo en línea recta?”, se preguntó. “Como todos, yo soy mis propias influencias: Kafka y Kantor, Jackson Pollock y Marcel Duchamp, entre otros que, como ellos, tanto en literatura, en teatro o en la plástica deciden quebrar convenciones y van a contramano.”

Resumiendo gran parte de su producción artística, Thomas asegura haber pasado “del minimalismo de Beckett al maximalismo verborrágico de Heiner Müller”. Tras años de realizar puestas de textos del autor de Esperando a Godot (hizo diecinueve textos del escritor irlandés, muchos de ellos cedidos por él mismo), luego de dirigir obras de otros, Thomas decidió torcer el rumbo de su carrera. “Hoy digo que más que director soy un autor que ha desarrollado un método personal para poner en escena sus propios textos”, asevera. “Un día me dije que ya no quería hacer otro teatro que el mío y entonces logré diversificarme y conquistar lo que tengo.” Acostumbrado a generar polémicas con sus puestas, defiende a capa y espada sus gustos personales en materia teatral, aun cuando algunas de sus decisiones estéticas le hayan ocasionado algunos problemas. Como cuando fue procesado en Río de Janeiro “por haber mostrado el trasero” en una puesta de la ópera Tristán e Isolda, de Wagner, “cuando el culo es en Río parte de la iconografía de la ciudad”, se ríe el director. En Terra... una cantante lírica espera en su camarín el momento de salir a escena para cantar, precisamente la última de las arias de Tristán e Isolda.

Interpretada con bríos en un esforzado castellano por la brasileña Fabiana Gugli, la diva comparte su camarín con un cisne (el brazo enguantado de Pancho Cappeletti) mientras hace tiempo. Enardecida por un discurso político que escucha en la radio, la cantante despliega un discurso desmelenado sobre los temas más diversos, todos vinculados con la historia del siglo XX: “Quise referirme a la Guerra Fría, al Muro del Berlín, a la crisis de los misiles”, enumera el director, quien también incluye en su texto ironías acerca de temas calientes. “Soy judío y sin embargo detesto la decisión –en su momento tomada por Churchill, Truman y Ben Gurion– de haber puesto al Estado de Israel en el territorio más sensible del planeta. Tampoco concuerdo con las industrias ni del Holocausto ni del anti Holocausto”. Terra... es una obra que resume a golpe de asociaciones libres un mundo que está al borde del colapso. Igual que la diva, todo parece a punto de estallar, tantas son las amenazas de guerras, extremismos y paranoias nucleares. Ante tanta verba desatada, la obra ironiza también acerca de la existencia de “un teatro de lo no dicho, un silencio, como el de Harold Pinter”.

Rainha mentira..., en cambio, es un espectáculo (podría decirse que es un homenaje, en gran parte) construido sobre imágenes filmadas y voces en off. De estilo inclasificable, la puesta reúne a cinco actores en diversas situaciones –algunas simbólicas, otras descriptivas– para contar parte de la historia de su madre y, más aún, sus propios problemas de relación. “Yo lo llamo teatro verdad; usé el texto de la carta que escribí cuando mi madre murió y yo no tuve la presencia necesaria como para ir a su funeral.” Luego de vencer algunos problemas técnicos generados por el apagón que sufrió la ciudad el día del estreno, los espectadores aplaudieron conmovidos a pesar de lo enigmático del montaje. “Mi teatro, como el de Antunes Filho –subraya Thomas– no es popular y sé que jamás sería comprendido por la gente desnutrida y analfabeta del nordeste brasileño, pero creo que hay un Primer Mundo aun en el Tercer Mundo”, afirmó, piropeando al público cordobés.


 

por Juan José Santillán

 

El VI Festival Internacional del Mercosur cuenta con trabajos de gran calidad, como los de la compañía La Cochera (Córdoba), Malayerba (Ecuador) y el Teatro en el Blanco (Chile). Quizá, el punto más flojo de la grilla internacional fueron dos obras de Gerald Thomas (1954). El director brasileño presentó Terra em tránsito y Rainha mentira Queen Lear.

Es la tercera vez que Thomas, un director que tuvo a cargo estrenos internacionales de piezas de Samuel Beckett, participa del festival. Su debut en esta edición se demoró dos horas por un corte de luz en la ciudad Córdoba.

Sin embargo, el público permaneció estoico en la sala de la Ciudad de las Artes, un ex-centro clandestino de detención de la última dictadura militar transformado en usina de creación artística. Mientras los técnicos armaban la escenografía, Thomas se despachó con un pergamino políticamente correcto de reproches para George Bush y Lula da Silva, entre otros.

Su obra Terra em tránsito tuvo un espléndido trabajo de la actriz Fabiana Gugli. En un clima de ensoñación una diva espera en su camarín, antes de interpretar Tristán e Isolda de Richard Wagner. La imagen de esa espera podría ser un fotograma David Lynch, sólo que aquí está atravesada por una frágil estructura dramática. La actriz es acompañada por un cisne y una radio que larga noticias internacionales. El cisne habla, ella consume cocaína. La velocidad y el efecto frenético del consumo determinan el tiempo y el hilado de la narración.

Rainha mentira Queen Lear gira alrededor de la conflictiva relación de un personaje con su madre y tiene referencias a las Torres Gemelas, el lugar estéril de los intelectuales frente al atentado, el nazismo, el holocausto, el suicidio.

 



  Escrito por Gerald Thomas às 12h53 [ Comente  ]
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Despedidas - solidao, etc

“VIVENDO E ERRANDO”

Córdoba, Argentina e São Paulo – É com enorme prazer que leio uma carta do leitor Solange Recht (em alemão Recht quer dizer “certo” ou “direita”). Voltamos a nos acertar (os “ponteiros do relógio de Borges”) e isso me dá um certo conforto nessa vida tão incrivelmente insólita transparentemente impalpável, à cada dia se passa. Efêmera, digo, efêmera.

Hoje deixamos Córdoba, depois de uma semana tão intensa. É como encarar a mulher que você ama nos olhos, depois de dias tão intensos, promessas tão intensas, e ter que lhe dizer um simples “adeus, te cuida. Me promete que você vai se cuidar”. Como conviver com a despedida? Com essa coisa de “nao se ver mais”? Ou se está em alguém ou não, ou se está em algum lugar ou não se está. Essa sensação de se estar “espalhado” por tudo que é lugar, com promessas de amor e devoção é desesperador. Simplesmente devorador.

Sempre irei tentar colocar uma âncora em algum lugar, ou melhor, me ancorar em alguém ou em vários alguéns mas, a solidão é algo insuportável. Assédio total num minuto.
Solidão do tamanho do universo noutro.

A despedida é algo com a qual – nessas décadas todas – ainda não aprendi a lidar. Seja dizer “adeus” a uma pessoa ou a uma cidade, seja na língua em que for, com gusto de sashimi na boca ou de croissant doce, seja pra um público que nos tratou com tanto carinho, ou pra uma pessoa que abriu seu coração; é um no na garganta que se calcifica e ele é de proporções indescritíveis.

Me perdoem mas nesse momento nada mais tenho a dizer a não ser citar uma frase de “Terra em Trânsito”. “Fui esquecido aqui dentro”
Eu mesmo me esqueci aqui dentro.
E não reencontrarei os caminhos de volta porque não reconheco aquele que já fui. Tudo soa mal, nostálgico. Tudo soa triste, sem volta. Tudo soa como se, de fato, os ponteiros de Borges ou de Edgar Poe tivessem sido cremados pela explosão atômica de Horishima. Tudo, nessa humanidade, poderia ser tão lindo mas não é porque somos tão incrivelmente destrutivos e isso faz total sentido, já que nosso único pacto é com esse parceiro incrivelmente esperto e invencível : a morte.
 
Gerald Thomas
Diretodaredacao.com


  Escrito por Gerald Thomas às 15h27 [ Comente  ]
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O sucesso na Argentina de um

Director en tránsito

Gerald Thomas está en Córdoba. Por tercera vez, el genial director presenta su obra en el Festival. Trae pedazos de mundo y describe el escenario global con palabras duras. Anoche tuvo un accidentado debut.

por Beatriz Molinari

A la luz de la genialidad
 
 

 
 
 
El apagón que sufrió la ciudad de Córdoba conspiró contra la presentación del destacadísimo director Gerald Thomas, que anoche estrenó dos obras en el auditorio de la Ciudad de las Artes.
 
Después de una hora y 20 de espera, el mismo Thomas, micrófono en mano, mantuvo al público que llenó la sala al tanto de lo ocurrido durante el montaje de sus obras. Hay que aclarar que son puestas de altísima complejidad técnica y que el apagón desconfiguró la computadora.
 
La primera obra, Terra em transito, mostró a una diva de ópera encerrada en su camarín dialogando con un cisne, especie de mascota acorde con el escenario de alta cultura. El director, una vez más, mezcla todos los estímulos de la cultura de masas en un discurso que la extraordinaria actriz Fabiana Gugli dijo en correcto castellano. El absurdo y algunas sorpresas de la trama fueron acompañados por una performance impecable de la actriz.
 
Luego del intervalo, Thomas ofreció Rainha Mentira Queen Liar, una obra de un dramatismo que dejó sin aliento al público. El mismo Thomas había anticipado que es la historia de su madre, lo notable es el formato y el montaje sonoro del que se vale para contar en off los momentos trágicos de la vida de su madre, fallecida en agosto de 2006.
 
El director demostró su calidad de dramaturgo y poeta y la concepción visual de una puesta que hace honor a su calidad de regisseur.  

 

 

La actriz Fabiana Gugli tuvo un desempeño impecable en "Terra em transito".
Foto: LaVoz / Sebastián Salguero

 

Entre sorbo y sorbo de agua mineral, Gerald dice que adora Córdoba, que es apenas un pasajero en Brasil, que trae unas obras que responden a los estímulos de la historia del siglo 20 y a la propia biografía. En el lobby del hotel, el hombre tan delgado, de cabellos largos, tez blanquísima y anteojos, explica qué es Terra em transito, una de las obras que presenta en el Festival y que debutó anoche en una accidentada velada, interrumpida por el apagón y sus consecuencias en el armado técnico.
 
"Tierra en tránsito era parte de la tetralogía titulada Asfaltaron la tierra. Las otras obras eran: Un bloque de hielo en llamas, Brasas en el congelador y Asfaltaron el beso", dice enigmático Gerald. Una de las características del director y regisseur que vive entre Londres y Nueva York, que fue discípulo de Samuel Beckett, es la elección de actores de distinta procedencia: los de larga trayectoria se encuentran con el del programa de televisión que se ve pasada la medianoche. Thomas logra la transformación de los actores. Por eso prefiere jugar con los opuestos permanentemente.
 
"En Brasas en el congelador, el hielo no se prende fuego y las brasas no se mantienen en el hielo: son parte de una dialéctica imposible", dice, y se detiene en la temática de otro título de la tetralogía: Asfaltaron el beso. "Ahí tomo historias particulares entre Beckett y yo, que nunca había contado antes, como, por ejemplo, el origen del nombre ‘Godot’, el de Esperando a Godot".
 
Cuenta Gerald que en 1938, un tal Godeaux era ciclista del Tour de France, muy famoso. Godeaux largó pero cambió de rumbo y se fue a Italia. Abandonó la competencia sin que la gente supiera la decisión que había tomado. En vano lo esperó el público en París durante cinco días. Godeaux no llegó. "Beckett pensó que aquello era muy interesante. Beckett jugaba con las palabras. 50 años después, en mi obra, Alan Schneider, el director de Beckett por antonomasia, fue a llevar una carta y tuvo un accidente: un ciclista lo atropelló. Juego con humor negro: Godeaux reapareció 50 años después, en Londres", comenta sonriente.
 
Tierra en tránsito es el texto que sobrevivió. Fue un éxito; se puede montar fácilmente porque es para dos actores. Una actriz está en el camarín, está preparándose para cantar la última aria de Tristán e Isolda. Ahí está, aburrida. Gerald Thomas ha puesto esa ópera en muchas partes del mundo; la sabe de memoria. Cuenta el argumento de Terra... y tararea ligeramente el aria. "La soprano está horas esperando la entrada; ella entra en los últimos 15 minutos. Yo acompaño a los cantores, voy a verlos al camarín. Están tejiendo, tomando algo", dice con picardía y se toma la nariz. "La gloria final es la soprano. Él muere en sus brazos. Dirá el cantante: ‘¡Para qué mierda perdí la voz cantando, para que aparezca esta mujer!’", comenta.
 
La obra vuelve a unir los diferentes roles del discípulo de Beckett, en un juego escénico. "En esta obra cuento la historia política del siglo 20: Bahía de los Cochinos, la crisis de los misiles, Brigitte Bardot y la defensa de los animales; la Guerra Fría; el Muro de Berlín, los eventos más importantes del siglo están en la obra, hasta las muertes (‘asesinatos’) de Versace y Lady Diana; esta cuestión de que la corona británica no quería que ella se casara con un islámico", señala.
 
 
 
 
Estímulos contemporáneos

 
 
 
 
 
 
 
–¿Es difícil, con tantos estímulos, crear una obra?
 
–Para nada. Soy también un cronista; escribo para varios periódicos del mundo entero. Vendo columnas en todas partes. Además tengo un blog. Lo visitan miles de lectores. Si consiguiese 21 mil personas por semana, en el teatro, sería un Donald Trump-Trampa.
 
–¿Qué elegiste contar en la otra obra, "Rainha mentira Queen Liar"?
 
–Es la triste historia de mi familia, absolutamente real.
 
Gerald bebe agua y amplía el tema: "Cuando mi madre murió en agosto de 2006, en Río de Janeiro, no tuve el coraje de ir al funeral porque nunca tuve intimidad con ella. Yo me fui de casa a los 13 años y no mantuve relación con mi familia. Mi madre después de una migración por varios países se quedó en Río, no quiso volver a Londres. Encontró una comunidad de alemanes, checos, ingleses, americanos, en medio del paisaje, con el pan de Azúcar, el Corcovado. Todo eso que detesto. Estoy en plena crisis con el Brasil, con el Brasil xenofóbico de Lula".
 
Dice Gerald que el camino (político) de Brasil es increíble. "El discurso de algunos intelectuales cambia para acomodarse al nuevo gobierno. Yo ya vi esta película. No salgo del circuito Londres–Nueva York. No tengo casa ni vivo en Brasil; soy sólo un pasajero en San Pablo". Para demostrarlo Gerald saca del bolsillo la tarjeta magnética del hotel donde para cuando va a trabajar). E insiste en que es un pasajero hasta que el país se estabilice mentalmente. "Cosa que hizo Argentina, que en muy poco tiempo se libró de cinco presidentes. Los argentinos...", dice
 
Otro sorbo de agua mineral. Thomas está leyendo La era de la turbulencia, de Alan Greenspan, ex presidente de la Reserva Federal de Estados Unidos. Allí leyó sobre el poder que tuvo la Argentina al final de la Segunda Guerra Mundial. Ese dato lo lleva a una pregunta retórica: "Trabajo con la hipótesis, me pregunto, qué podrían hacer nuestros países si tuviésemos el poder mundial, si fuésemos realmente grandes potencias mundiales. Es una pregunta sin respuesta. Brasil, Argentina, Venezuela están siempre en situación de reclamo. La corrupción en Brasil es indescriptible, nunca vista. Me pregunto por qué el pueblo brasileño no sale a la calle. Acá no pasa. El argentino no es pasivo, gracias a Dios. El brasileño reclama pero no toma decisiones ni lucha por sus derechos. Por lo tanto, la corrupción aumenta. Cada día aparece un escándalo diferente, es como un entretenimiento, como la novela de la tarde".
 
Asimismo Thomas encuentra similitudes entre esa actitud pasiva y lo que ocurre en Estados Unidos: "En los ’60 y ’70, estábamos luchando contra la Guerra de Vietnam y la policía nos daba... Hoy, Bush comete atrocidades en Irak y no pasa nada, la miramos por televisión mientras comemos waffles, comida orgánica, o la droga de hoy, la de ayer y la de mañana. Es una locura. Ahora se preguntan quién acompañará a Hillary Clinton. Ésa no es la solución. La revolución es la de la personas en la calle, pidiendo que se cierre el Senado para que deje de sostener con ¡720 millones de dólares por día! esa mierda de invasión en Irak. Por lo tanto no hay más dinero para escuelas ni salud. Y esa invasión se llama ‘petróleo’".
 
Son los pedazos de mundo que trae el director cosmopolita. "Hilachas", corrige él, que ahora está trabajando en la adaptación del Tribunal de Nuremberg.
 
Fonte: LAVOZ.com.ar: http://www2.lavoz.com.ar/


  Escrito por Gerald Thomas às 17h25 [ Comente  ]
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Gracias RAUL SANSICA

E todos ustedes del festival de Cordoba

Gracias mas una vez!

Gerald



  Escrito por Gerald Thomas às 12h49 [ Comente  ]
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de Andre Bortolanza, um homem de teatro

Gerald
Há muito tempo penso em te escrever, mas o texto sempre é adiado. Agora me parece que chegou a hora porque este último post no seu blog me tocou muitíssimo. Há quase um ano não te escrevo mas tenho te acompanhado com freqüência; no blog e nas platéias de Luar Trovado e Rainha Mentira.
Hoje, mais de um ano depois do processo de “Asfaltaram a Terra” eu reconheço o quanto foi fundamental para mim participar daquela aventura.
Mas muita coisa mudou na minha vida desde lá...
Não sei se você se lembra mas fui vítima de um acidente de trânsito violentíssimo em que quase morri junto com minha família. Essa experiência mudou todos os paradigmas e referências da minha vida e da arte. Comecei a olhar para as minhas mentiras, às quais já estava confortavelmente ( e em desespero) adaptado.
Me vi servindo sim à burguesia e comecei a sentir um certo desprezo pela classe teatral. Tão afeita as suas fotos nos jornais e ao prazer de ver o próprio nome impresso e oralizado.
Sabe que há uns dez anos eu tenho vontade de montar uma peça sobre Narciso. Nesse tempo recolhi referências, artigos, crônicas sobre esse tema. Mas a peça nunca aconteceu e, agora, eu sei porque.
Eu sou Narciso.
Todas as leituras, desenhos, romances, contos, filmes... Tudo me refletia. Todos os sintomas, os complexos, as leituras psicanalíticas... EU. Toda a necessidade de agradar, de reconhecimento, de aprovação, de aplauso, de afago para a minha triste criança ferida.
A imagem dissociada do real conteúdo, o parecer desvinculado do ser, o blasé. Eu estava encenando o Narciso nesses dez anos em todos os lugares, nos bares, nas entradas dos teatros, nos cinemas...
E ainda imóvel na beira da água admirado com a imagem que eu criei para mim e que me impedia de ver quem eu realmente era. Tinha que ser cool ou cult ou intelectual ou difícil ou metido ou moderno ou arrogante... tinha que corresponder a um ibope imaginário.
E a minha criatividade era bloqueada porque não vinha do coração e sim da forma externa que eu deveria cumprir para ser aceito e admirado.
Em 2005 eu dirigi “Medeamaterial” e este trabalho foi apresentado em diversos lugares do Brasil. De Brasília para o interior do Ceará, de Alagoas para o interior do Mato Grosso e Florianópolis. Platéias tão díspares, de características tão marcantes... Foi uma faculdade, e eu me perguntava:
Para que serve a minha arte ?
O que estou querendo levar para o público ?
Qual é o movimento ?
Qual a minha função como artista ?
No que estou investindo o meu tempo ?
Isso porque eu encontrava um público ávido por teatro e oferecia uma história de traição, vingança e morte, com uma mulher sofrendo na cadeira de rodas. Uma releitura de um intelectual alemão para uma tragédia grega. O público da USP gostou da proposta, da estética, do conceito, das idéias... e, nessas viagens, eu me senti um burguesinho com pinta de inteligente.
Estou me vendo agora.

Grande abraço
 
André Bortolanza
 


  Escrito por Gerald Thomas às 12h42 [ Comente  ]
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Por Ana Peluso

 Ilustração de Saul Steinberg (1914-1999)

Setembro de 2007, dia chuvoso: dado o papo no blog, e também o desabafo do Gerald acerca da arte, de como ela é (ou não) recebida, de como se posicionam frente à ela, de quem poderia patrocinar e não patrocina, por exemplo; enfim, a coisa toda do reconhecimento, e tudo mais, os comentários dos leitores, a profusa recusa à desistência... Bom, tudo isso ecoou por aqui na forma de algumas comparações, co-relações, paralelidades. (""Eu faço juízo" é minha profissão", poderia ser uma frase.).

Sobre o não-reconhecimento: nunca se sabe o verdadeiro motivo, mas ele dever ser bem mais simples do que se supõe, mas bem menos esperado do que se suporta. Enquanto atributo, qualidade, plasticidade; a matéria: do que é feito o coração de um homem? Amor, ódio, indiferença?

Eis o artista e o homem. Frente a frente. Dois pontos não tão distintos, e, apesar da distância "amodal" que os separa, tão... próximos.

De um lado o artista gerando o vazio, criando do vazio, tirando do vazio-cheio a alma da sua arte. Do outro, o homem, o homem comum..., tirando do (que parece) cheio, a matéria-prima para aquilo que ele pode chamar de "sua" "arte"...

Mesmo considerando a distância - essa, grotesca - entre o resultado das obras finais, sabemos que no fundo, no fundo, todo homem busca uma mesma coisa. Uma espécie de Chama que arda eternamente. Que não se extinga num aplauso ou na conclusão de uma obra; na feitura de um artefato qualquer.

É essa a Chama que Chama. A que não está nem um pouco preocupada com resultados. Viver não é a soma de anos, mas cada instante vivido. O que para muitos, literalmente, muitas vezes, sinignifica muito pouco.

É o que torna toda busca numa loucura, e no caso do homem comum, numa loucura piorada. Talvez por isso se mate tanto. Se dê tão pouco valor à vida humana, e se coloque tanta gente para servir de massa de manobra política, por aí, espalhada - e espelhada - em guerras.

Homem em frente a homem. Matando pela mesmíssima coisa. Quem morre, é quem - na maioria das vezes - pode não saber... de nada.

E de diante da malha (muito bem tramada) de corrupção que a gente vê se formar bem na frente dos nossos olhos - outrora utópicos, agora descrentes - um forno de microondas  pode não ter mesmo tanta graça se comparado a um potentoso míssel, que coloca nações de joelhos, morrendo de medo, porque é assim que os homens se destroem todos os dias. É dando demonstrações públicas de como funciona aquilo que se aprendeu a temer, que se segura tudo. Até um sorriso, na cara de quem tem medo de perder o emprego.

E por isso somos escravos. E por fim, um forno de microondas só aquece, mesmo...

A arte não foge à essa regra, só que com ela, o medo é outro. É o medo de perder a Chama, que deveria arder para sempre. De entender que quando se concebe um filho, em lugar algum está inscrito que um dia ele não vá partir, que é quando, em comparação, a Chama do criador ameaça se extinguir. Porque ali, em meio aquele processo, ele é Mãe.  Então, a escravidão, na arte, se torna devoção. A chama pode até se mostrar frágil de tempos em tempos, mas ela volta. Volta, como voltam as lembranças; volta, como volta o sangue depois de dar a volta no corpo; como volta tudo o que ainda tem que voltar. E ainda que homens de negócios, políticos, lobistas - toda essa gente que faz o mundo "material" - se sintam devotados às suas "artes", não é a devoção que os guia até os estragos que resultam disso. É a escravidão por vício. É outra linguagem, composta de outros caracteres, que se comunica nesse caso.

O homem e suas criações (quase todas descartáveis) (e, se não, totalmente perecíveis), no final das contas, faz quase sempre a mesma coisa.
A verdade é: tudo vira lixo num dado momento. Ou algo parecido com isso. E tudo o que o homem comum cria, vira lixo primeiro.

Não estou querendo dizer, com isso, que a arte recicle nada, mas não deixo de me posicionar de maneira (bem mais) favorável perante ela.
É inevitável o susto, ao se constatar a oposição existente entre dois lados, aparentemente, tão distintos. Um gera o vazio, e o outro cria lixo.

Ambos, em escala progressivamente gigantesca.

É... Mas nada (nem os resultados, ou a falta deles) revelam suas diferenças. Porque elas não existem, basicamente.
Ambos estão em busca de algo. E cada um, à sua maneira, demonstra isso.
No fundo, no fundo, tudo não passa de uma simulação da vontade. Presente, atuante. Talvez a energia que mova tudo isso, e que se chama Vida, seja a própria Chama. Talvez seja algo mais sutil, e a vida só imite esse mistério. Nesse caso, acho que o artista (aclamado ou não) está mais próximo dos segredos do que das chaves, ou mesmo das fechaduras.

Mas mais, muito mais do que um homem comum. Não resta a menor dúvida.   

AP.



  Escrito por Gerald Thomas às 17h30 [ Comente  ]
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Sérgio Penteado

De Córdoba, onde o publico é maravilhoso, e de onde acabo de ler o seu post (nao trouxe laptop) , só  posso te dizer uma coisa: MUITÍSSIMO OBRIGADO CARA!!!!!!!!

LOVE

Gerald



  Escrito por Gerald Thomas às 13h38 [ Comente  ]
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Apavorado e decepcionado com a resposta de Ruy Filho

Cordoba - Ruy, eu estava me referindo a um episódio muito específico. Um ator chamado André (do workshop do SESC SP) ,me contava sobre essa questão da minha dramaturgia dentro de um grupo mínimo de pessoas, rappers e atores comandados por um certo ""outro"" encenador ( e nao autor), que comanda um centro de estudos também no SESC há décadas.

Fiquei ASSUSTADO como vc abraçou a causa tão rapidamente, esquecendo-se ou querendo esquecer que minha dramaturgia é LECIONADA nas universidades de drama do mundo inteiro (o livro de David George leva o título de uma peça minha, The Flash and Crash Days, e nas Unis brasileiras em especial. Dois livros, como vc bem sabe, a da Silvia Fernandes, Gerald Thomas em Cena ( Memoria e Invenção) e O Encenador de Si mesmo (esse curado por nada menos que Haroldo de Campos) tem, em sua segunda parte, uma coletânea de críticos e teóricos debatendo e escrevendo justamente o que é o meu teatro, a minha dramaturgia.

Mais uma vez voce coloca na rede um debate, ou seja, uma causa inexistente. Eu me AFIRMEI no mundo na década de 80. Vai precisar muito mais que EU MESMO pra que eu seja deletado. Numa conversa entre duas pessoas, as vezes 10 podem sair feridas. Já vimos esse filme antes, lembra, não ?

Gerald

Para quem não entendeu o post, refere-se ao que comentário que foi escrito pelo Ruy Filho ontem (30/09), copiado abaixo :

E fico diariamente pasmo que sua dramaturgia ainda não seja enxergada. perceba, nem digo mais entendida, disso desisti. Mas enquanto alguns insistem em te transformar em guardas de trânsito, abstraindo de sua arte os valores reais de sua criação, eu vou continuar insistindo aqui e alí. É curioso ver uma platéia, como foi na ufscar, ano passado, descobrir que na estética da tua cena cabe a descoberta da palavra que a conduz à realidade. Mas é triste saber que ainda entre os próprios artistas, tão pouco é compreendido.Fui te descobrindo no convívio. Fui te encontrando na rotina. Mas basta o primeiro encontro, o primeiro cruzar de olhares para certificar-se de seu valor. É, Gerald, enquanto muito se discute e filosofa sobre abstrações, pouco, na verdade, se enxerga do que está a palmo de distância. Sigo na luta por teu reconhecimento (ainda que isso pareça prá lá de estranho!). Mas sem isso, então nada mais me parece possível. Beijos e escute apenas o que vale à pena! RUY FILHO.



  Escrito por Gerald Thomas às 13h32 [ Comente  ]
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Malas prontas para Córdoba

  

Gerald Thomas no dia da estréia de "Earth in Trance" e "Rainha Mentira" em 07/08/2007 em São Paulo e a Iglesia Catedral de Daniel Bazán, Córdoba, Argentina

Por Sérgio Penteado

Quando você era um jovem curioso nos corredores gelados do British Museum, quem te fazia companhia eram os imensos compêndios de um acervo histórico e cultural monumental, e tua alma e sensibilidade pareciam diminutas perto daquilo, mas inexplicavelmente existia um sentido de ambição, de vontade que culminaram num estilo transgressivo. Você escreve em português para um público leitor do mesmo idioma, mas é chegada a hora de começar a escrever em javanês. Os rótulos estabelecidos da tua obra criaram uma armadilha que os amigos da poeira das ortodoxias insistem em enquadrar. Aos diabos tudo o que você já fez. Cinqüenta e três anos de idade só vão te tornar um velho se você não incinerar Quatro vezes Beckett, Quartett, Carmem com Filtro, Eletra com Creta, O navio-fantasma, a trilogia Kafka, M.O.R.T.E, B.E.S.T.A, Tristão e Isolda, Crash and flash days, Unglauber, Príncipes de Copacabana,Asfaltaram a Terra e tudo mais. Você vai a Córdoba reencenar,mas não esqueça o Geraldês, sempre novo.

Valéria : Gerald, não vou escrever muito mas quero postar 7 descoisas: -Em vez de CALE-SE, THOMAS, digo: FALE-SE, THOMAS! FALHE-SE, THOMAS! - Vc é autor,e mais,autor cênico e não simplesmente dramaturgo; vc é + q escritor de dramas, é bem +, é Thomas. - vc é transnacional, e pessoas não são fronteiras, isso também é invenção, ilusão q faz com q pessoas q vivam em vários exílios (além do sentimento comum de todos nós de nos sentirmos diferentes e isolados) fiquem pressionados pra extrair O MAPA social de pertença pra finalmente se auto-definir e dar paz aos medíocres! Vc não é puro em nada, talvez "polyester" VC É TUDO O Q TE AFETA, vive na ponte,no grito do Munch; vc tá entre-margens, não entre-mundos. Talvez entre-munchs - se despeça, se depedace, e depois se invente de novo, é o q temos de bom por aki: nossa invenção - eu odeio quando vc fala em despedida, mas fazer o q? - Esqueço. Esqueço. E ele esquece? Talvez é isso q nos salva... - Amo as ilustrações.As tuas, traz pra cá?

 

Rô : Voce é o Gerald, o super Gerald! O QUE FAZ A SEMÂNTICA, NA VIDA DA GENTE? A PLURARIDADE DOS ATOS? o que os outros pensam ou deixam de pensar ? Quanto aos filosofos, videntes, matemáticos, crocheteiras e pedreiros, und und, und .... Cada qual com sua função , seu contexto de ações dum tempo pragmático. Estas procuras são ilimitadas, infra-cionadas Ficar definindo atitudes, compassos e descompassos meu ou seu ou dele... Acaba na maioria das vezes em nada. Como talvez, o nada que estou transmitindo neste momento, para Um número incontável de pessoas, ou para nenhuma .Que Freud explica isto explica... O homem tinha QI de mil anos luz... e desculpem-me os Inteligentes, mas :QI alto faz uma diferença tremenda sim! Músicos maravilhosos, pessoas que tocam instrumentos sem nunca terem ido a uma escola. Os descobridores dos sete mares! Autores,diretores ,artistas que montam um espetáculo teatral apartir de um desenho pensado,repensado no mínimo dos deta. Estes seres existem ,e , estão espalhados por este mundo a fora... Seja na Sibéria, no bairro do Limao ou na minha amada "Camarath" em Deutschland. E chego então num ponto : Os gênios, estes que transformam pingo dàgua em ponto em letra ou trazem para o tablado a lua iluminada, com precisão matemática absoluta,perfeita. Nossos gênios muitas vezes se perdem, em críticas, em um que não gosta aqui, mas outro que o ama acolá... Para mim, analisar um gênio, é trabalho para outro gênio... Sacou??? Senhores GÊnios, meus respeitos, não desanimem nunca, porque o mundo todo precisa de voces! Não deem bola pra torcida... Com certeza Freud e John Cage também não deram ... quer ver ???´ http://www.youtube.com/watch?v=hUJagb7hL0E  BEIJOS MIL Gerald



  Escrito por Gerald Thomas às 06h33 [ Comente  ]
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